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Exposições em Cartaz
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Museu da Chácara do Céu
Mais uma vez dedicamos uma exposição, prioritariamente,
a essa parcela do público que consideramos das mais importantes: as crianças e os jovens. Ela une peças de temática recorrente porém oriundas de variadas coleções do acervo Castro Maya embaralhando-as sem os critérios usuais como cronologia, estilo, suporte ou recorte dentro da coleção. A proposta é enfatizar diferenças e variedades.
Em 2008, apresentamos a mostra Bichos, na qual os animais foram o tema privilegiado para estimular a percepção de que a manifestação artística no homem é variada e ilimitada em sua capacidade de expressão e representação. A aventura do homem em representar-se a si mesmo é, agora, o objeto da curadoria, embora os objetivos anteriores se mantenham inalterados.
A amplitude e diversidade da coleção Castro Maya são os fatores determinantes que nos possibilitam este tipo de abordagem. Nas mais de 150 obras que compõem a exposição pode-se acompanhar um panorama de registros que vão do século IV a.C. aos anos 1960, através de pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, moedas e medalhas ou peças de artes decorativas. Contamos também desta vez com a participação de peças do acervo fotográfico.
O elemento lúdico atravessa a exposição, seja pelo viés curatorial, seja através de sua concepção de montagem. Lançando mão dessa estratégia de comunicação, buscamos estimular a inserção dos espectadores na mostra, acreditando estar contribuindo para o alcance de uma das missões fundamentais dos museus: a valorização do acervo museológico como o espelho da identidade, da memória, enfim, da expressão de uma cultura.
Vera de Alencar
Diretora
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Museu do Açude
MOBILIÁRIO DE HUGO FRANÇA

A partir de 18 de setembro de 2010
O artista transformou as árvores caídas na área florestal
do museu em mobiliário que passará a integrar a coleção dos Museus Castro Maya.
EXPOSIÇÃO RETRATOS DE RAYMUNDO
A partir de 26 de novembro de 2005

A exposição “ Retratos de Raymundo”, que marca a conclusão da segunda fase das obras de reestruturação do Museu, com a adequação da reserva técnica e abertura de mais um espaço expositivo. As obras foram feitas com verbas do Ministério da Cultura, através do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional), e da Vitae. A reserva técnica, com porcelanas, cerâmicas e mobiliários, passará a ocupar um chalé, inteiramente restaurado e adaptado para receber as peças. Com isso, o espaço que era anteriormente ocupado por essas peças, no prédio onde está a administração do Museu, passa a abrigar um espaço de exposição, recepção e sala de reunião e conferência.
A coleção de louças do Porto, que teve 60 peças restauradas com recursos do IPHAN, fica agora permanentemente aberta à visitação.
 
A exposição “Retratos
de Raymundo” foi aberta ao público pelo Ministro
da Cultura Gilberto Gil, pelo diretor do Departamento de
Museus do Minc, José do Nascimento Jr. e pela diretora
dos Museus Castro Maya, Vera de Alencar.
A exposição mostra ao público
quem foi este empresário, mecenas, colecionador,
ecologista que legou suas duas casas e suas diversas
coleções ao cidadão comum: o Museu
do Açude e o Museu Chácara do Céu.
Um imenso painel fotográfico vai mostrar a vida de
Raymundo Castro Maya (1894-1968), em seis facetas: Vida
Privada, Colecionador/Bibliófilo, Ecologista,
Anfitrião, Empresário/Benemérito/Mecenas
e Esportista. Cada um desses aspectos foi destacado por um
tom de azul ou verde, e tem um texto correspondente –
depoimentos de quem conviveu com ele e até mesmo
um relatório de atividades por ocasião da
reforma da Floresta da Tijuca , feita por Castro Maya nos
anos 1940.
Casa Principal - O circuito de exposição de longa duração,
reformulado com o patrocínio da Vitae, apresenta nova proposta conceitual, reunindo as duas
maiores coleçães públicas brasileiras de azulejaria e de arte oriental.
Reserva Técnica Visitável - Contém parte do acervo de
mobiliário dos séculos XVIII ao XX, azulejaria, cerâmicas do Porto e
outros objetos não disponíveis ao público no circuito de
exposições de longa duração.
Espaço de Instalações Permanentes do Museu do Açude.
Circuito museológico ao ar livre com obras de artistas brasileiros contemporâneos
- Aqui Estão, de Anna Maria Maiolino, Penetrável Magic Square
n¼ 5, de Helio Oicitica, Dora Maar na Piscina, de Iole de Freitas, sem título,
de José Resende, New House, de Lygia Pape, Calado, de Nuno Ramos e Passarela, de Eduardo Coimbra, e que
tem como proposta discutir a relação entre arte contemporânea
e natureza, conta com o patrocínio das seguintes empresas: Banco Safra,
Petrobras, Concremat, Tintas Ypiranga.
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